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MORTÁGUA

Festa do Vinho Abílio Rosa premiou os melhores vinhos do concelho 

A 17.ª Festa do Vinho Abílio Rosa, organizada pelo Sporting Clube de Vale de Açores, decorreu no passado domingo e premiou os melhores vinhos tintos, brancos e rosés do concelho de Mortágua. 
Nesta edição, participaram 223 produtores locais que entregaram os seus vinhos para avaliação por um júri composto por enólogos e pessoas com uma vasta experiência na área da vitivinicultura – Gonçalo Mendes, Hugo Gomes, José Fonseca e Jorge Rodrigues. 


Artigo completo na edição do dia 17 de julho.

Santa Comba dão

Palco encheu-se de jovens “estrelas” no musical Sister Act

Os alunos de teatro musical do Conservatório de Música e Artes do Dão levaram ao palco da Casa da Cultura de Santa Comba Dão, no passado fim de semana, mais um musical cheio de humor e onde foi evidente o talento de muitos jovens para a interpretação e para o canto. 
‘Sister Act’ foi o nome do musical, baseado no filme ‘Do cabaré para convento’, e que conta a história de Deloris Van Cartier, uma cantora que testemunha um assassinato cometido pelo seu namorado gangster e que é colocada pela polícia num convento num programa de proteção de testemunhas.

Artigo completo na edição do dia 17 de julho.

Carregal do Sal

Museu Aristides de Sousa Mendes acolheu novo workshop de formação de educadores dos EUA   
  
Depois da primeira edição em 2025, elogiada pelos participantes como uma experiência transformadora, tanto profissional quanto pessoalmente, a Sousa Mendes Foundation promoveu este ano outro workshop Educators’ Institute, único em Portugal na formação de educadores/estudiosos dos EUA, igualmente centrado na história de Aristides de Sousa Mendes, cônsul português que salvou milhares de vidas das perseguições da segunda guerra mundial e pagou, por isso, um alto preço pessoal e familiar.

Artigo completo na edição do dia 17 de julho.
OPINIÃO
Arrepiar Caminho  

"Há pouco mais de um ano escrevi sobre uma visão que designava por "Green Mortágua". Não uma Mortágua transformada numa reserva museológica, parada no tempo e incapaz de acompanhar os desafios ambientais do século XXI, mas antes um território que soubesse transformar a sua riqueza natural numa vantagem competitiva. Uma Mortágua capaz de afirmar a floresta, recuperar linhas de água, valorizar a paisagem, apostar no turismo de natureza, fixar população através da qualidade ambiental e construir um modelo de desenvolvimento assente na sustentabilidade. Recentemente, a comunidade local foi confrontada com uma intenção governamental manifesta na proposta do Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (PSZAER), como instrumento estratégico para a transição energética nacional, e eu muito honestamente não consigo deixar de questionar se esta é realmente a visão que o país reserva e privilegia para o seu interior. "    

Artigo completo na edição de 17 de julho.

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Mauro José Tomaz
OPINIÃO
PONTOS DE VISTA

"1. Se mais não houvesse para caracterizar a personalidade estranha de Donald Trump, a atitude inqualificável que tomou para conseguir inverter a expulsão de um jogador, de seu nome Balogun, da seleção dos Estados Unidos, por forma a permitir-lhe jogar contra a seleção da Bélgica, é imprópria de quem quer que seja, particularmente de alguém que se considera o mais importante Presidente dos Estados Unidos de todos os tempos.
2. Para conseguir os seus objectivos pediu a Gianni Infantino, presidente da FIFA, a sua influência para eliminar a agressiva jogada do jogador americano que determinou a sua expulsão de acordo com as regras de jogo e, consequentemente, a sua impossibilidade de participação no jogo seguinte contra a Bélgica, o que viria a ser revertido, acabando o mesmo por participar no jogo seguinte, embora sem glória porque os Estados Unidos perderam o jogo."

Artigo completo na edição de 17 de julho.

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José Tomás Porto
OPINIÃO
O Mundial que nos deixou perguntas

"Portugal terminou a sua participação no Mundial de 2026 muito abaixo das expetativas. É uma desilusão. Não apenas pelo resultado, mas sobretudo pela forma como a equipa nunca conseguiu transmitir a sensação de estar preparada para competir ao mais alto nível.
No espaço público, a reação foi a habitual. Multiplicaram-se análises, críticas, culpados e soluções fáceis. Uns responsabilizaram o treinador. Outros os jogadores. Outros ainda recuperaram a eterna discussão clubística que, em Portugal, parece contaminar qualquer conversa sobre a Seleção Nacional."

Artigo completo na edição de 10 de julho.

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Vítor Santos