Fique a par das Últimas notícias

Assinatura

MORTÁGUA

Linhar de Pala: a aldeia distante de Mortágua onde os jovens querem continuar a viver

Linhar de Pala é uma das aldeias mais distantes da sede do concelho de Mortágua. Integrada na Freguesia de Pala, esta localidade tem pouco mais de 20 habitantes e parece escondida no meio da serra. Quem lá vive já se habituou à distância e nem considera que a aldeia esteja assim tão longe de Mortágua. “Vou a Mortágua todos os dias, em 20 minutos estou lá, a estrada é boa. Aqui estamos no sossego”, disse Inês Martins, que fomos encontrar a apanhar milho com o filho, Gabriel Martins, de 22 anos.  

Artigo completo na edição do dia 11 de setembro.

Santa Comba dão

Caminhada das Vindimas foi um roteiro pelas belas paisagens da freguesia   
  
A União Desportiva da Cancela promoveu, no domingo, a IV Caminhada das Vindimas, na qual participaram quase 240 pessoas, que tiveram o privilégio de vislumbrar paisagens de cortar a respiração em várias localidades da freguesia de São João de Areias.
Tratando-se de uma caminhada a decorrer em época de vindimas, era quase obrigatório passar pelas vinhas e provar alguns néctares do Dão oferecidos por várias quintas da região. 

Artigo completo na edição do dia 11 de setembro.

Carregal do Sal

Bombeiros de Carregal do Sal manifestam preocupação pela subida do gasóleo 
  
Em comunicado dirigido ao ministro da Administração Interna e distribuído à imprensa, a direção e o Comando da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Carregal do Sal manifestam “profunda preocupação” com o aumento do preço dos combustíveis e o seu impacto na sustentabilidade financeira da instituição.

Artigo completo na edição do dia 11 de setembro.
OPINIÃO
Acorda, Portugal!  

"O que não falta na democracia digital contemporânea das redes é toda uma nova espécie de comentadores que transparecem, e de que maneira, tudo o que há de bom e de mau na natureza humana. Sendo certo e sabido que filtrar e ignorar uma vasta maioria do conteúdo produzido é, sem qualquer dúvida, o caminho mais inteligente e sensato, há algum que convém ser analisado e combatido, principalmente pelo hype que gera. Esta semana quero falar do aparentemente ilustre Gustavo Santos que, apesar de toda a superficialidade básica e estéril do seu intervencionismo, começou a tornar-se particularmente perigoso dada a dimensão que vai granjeando, aliado a uma ambição notória e a uma coragem inaudita, que faz dele um destemido cavaleiro da suprema ignorância popular."    
Artigo completo na edição de 11 de setembro.

Faça a assinatura do Defesa da Beira e leia os artigos todas as semanas na edição impressa.
Mauro José Tomaz
OPINIÃO
PONTOS DE VISTA

"1. Nada tendo contra a evolução da sociedade, afigura-se-me que a inteligência artificial (IA) devia ser erradicada do sistema escolar.
2. Preparar crianças e jovens para a vida do meu ponto de vista não é compatível com a inteligência artificial, porque aprender não é clicar numa máquina para obter uma resposta, antes se impõe obter conhecimentos, relacionar ideias, aprender a ler e interpretar os conhecimentos adquiridos, errar e regressar à leitura, tirar dúvidas com os mestres e mais antigos, cultivar o raciocínio, designadamente através do silogismo com as conclusões a serem determinadas pelas premissas.
3. A inteligência artificial pode gerar a preguiça e a ociosidade ou mesmo a atrofia cognitiva, e podendo gerar informação mais rápida, seguramente que diminui a aprendizagem dos jovens.”

Artigo completo na edição de 11 de setembro.

Faça a assinatura do Defesa da Beira e leia os artigos todas as semanas na edição impressa.
José Tomás Porto
OPINIÃO
Cidade invicta, seis décadas depois

"Fiz parte do meu serviço militar no Regimento de Cavalaria n.º, 6 no Porto, primeiro como instruindo e depois como instrutor. Dois meses mais tarde, fui chamado para a pesada n.º 2, em Vila Nova de Gaia, para ser integrado num batalhão rumo a Moçambique, isto em 1966, e assim se passaram depressa 60 anos. Neste longo espaço de tempo, e em trânsito mais para norte, passei por diversas vezes no Porto, mas visitá-lo em si nunca mais aconteceu. E essa visita surgiu recentemente, no mês de junho, mas tivemos o azar de apanhar uma vaga de calor, e andar a pé como nós queríamos, também pela idade, foi um tormento."

Artigo completo na edição de 11 de setembro.

Faça a assinatura do Defesa da Beira e leia a opinião dos nossos colaboradores todas as semanas na edição impressa.

Prata da Casa